Lionel Scaloni Elogia Desempenho Histórico De Di María Na Final Da Copa América
O técnico da seleção argentina, Lionel Scaloni, não poupou palavras ao expressar sua admiração e respeito por Ángel Di María após a final da Copa América. A atuação de Di María foi decisiva para a vitória da Argentina sobre a Colômbia por 1-0, em uma partida repleta de emoções e com prorrogação.
Di María, aos 36 anos, mostrou que ainda tem muita habilidade e determinação. Em campo, ele liderou todos os jogadores argentinos em chances criadas, dribles e posses de bola ganhas no último terço do campo. Sua performance foi fundamental para quebrar a defesa colombiana e criar oportunidades que culminaram no gol da vitória.
Apesar de não estar em sua melhor forma física, devido às naturais limitações da idade, Di María não deixou isso impedir uma exibição impressionante. Scaloni destacou que o jogador, mesmo com as pernas não respondendo como antigamente, entregou uma de suas melhores atuações em competições internacionais. Para muitos, foi um verdadeiro presente de despedida.
Em um ato de sinceridade e reconhecimento, Di María anunciou sua aposentadoria do futebol internacional logo após a conquista. Ele deixa a camisa argentina com uma trajetória repleta de conquistas, emoções e momentos inesquecíveis. Scaloni, por sua vez, lamentou a decisão, mas entendeu que não havia como convencer Di María a continuar.
"Ele é uma lenda, e mostrou isso mais uma vez. É sempre triste ver um grande jogador se despedir, mas respeito sua decisão. Ele fez tudo o que podia pela nossa seleção e será sempre lembrado como um dos melhores", afirmou Scaloni.
Scaloni também aproveitou o momento para comentar sobre seu próprio futuro à frente da seleção argentina. Ele afirmou estar completamente comprometido com o projeto e que continuará no comando da equipe até a Copa do Mundo de 2026. Essa confirmação trouxe alívio para muitos torcedores que apreciam o trabalho do técnico e acreditam em sua visão para o futuro do futebol argentino.
A vitória na Copa América marca o recorde de 16 títulos para a Argentina, solidificando sua posição como uma das seleções mais vitoriosas da competição. Esse triunfo não apenas trouxe alegria para os torcedores, mas também simbolizou o fim de um ciclo glorioso para Di María, que se despede em grande estilo.
Di María, muitas vezes apelidado de 'Fideo' pelos fãs e colegas de time, é uma figura carismática e inspiradora. Sua carreira inclui passagens brilhantes por clubes de primeira linha na Europa, como Real Madrid e Paris Saint-Germain, e ele sempre carregou seu espírito de luta e dedicação em cada partida pela seleção argentina.
Seu compromisso e paixão pelo futebol servem de exemplo para futuras gerações de jogadores. E, mesmo fora dos gramados, Di María continuará a ser uma figura influente e admirada no mundo do futebol. Sua aposentadoria deixa uma lacuna difícil de ser preenchida, mas também abre espaço para novos talentos emergirem e seguirem seu legado.
A conquista da Copa América é um momento que ficará marcado na memória de todos os argentinos. E, para Di María, é a despedida perfeita, coroando uma jornada de sucesso e dedicação inquestionável. O futebol argentino agradece e homenageia um de seus maiores ícones.
Com isso, fica a expectativa para os próximos passos da seleção argentina sob o comando de Scaloni, e como os novos talentos responderão ao chamado de manter a tradição de excelência e paixão pelo esporte. O objetivo agora é alcançar novas vitórias e continuar escrevendo a história gloriosa do futebol argentino.
Débora Quirino
Di María foi o cara mesmo. Sei que tá velho, mas ele jogou como se tivesse 20 anos. Essa despedida foi perfeita.
Bárbara Toledo
A despedida de um ícone do futebol nacional representa, em termos fenomenológicos, a transição entre o tempo da paixão coletiva e o tempo da memória institucional. Di María transcende o esporte; ele é um símbolo da resistência cultural argentina.
Thomás Elmôr
Ah, claro. O cara tem 36 anos, faz uma partida boa e todo mundo vira poeta. Seu passado é lindo, mas não vira mágica só porque a Argentina ganhou. E ainda assim, ele merece. Mas não precisa exagerar, hein?
ELIANE Sousa Costa
FIDEOOOOOO!!! 🤩💥 Ele não jogou, ele pintou um quadro com os pés! Cada drible era um pincelada de paixão, cada passe, um verso de poesia! Essa despedida foi mais épica que filme da Marvel! 🇦🇷🔥
Juscelino Campos Celino3x
Muito bom ver ele se despedir assim. 😊 A gente sabe que o futebol é assim: um dia acaba. Mas ele deixou tudo no campo. Parabéns, Di María. E parabéns, Scaloni, por saber valorizar quem merece.
Dimensão Popular
Di María tá velho mas ainda dá conta de jogar e aí todo mundo vira historiador
Juscelio Barros Andrade
Essa é a essência do futebol: paixão, dedicação e respeito. Di María ensinou que o talento não tem idade. Ele abriu caminho pra quem vem aí. E isso é mais importante que qualquer troféu.
Kayla Dos Santos
NÃO TEM COMO NÃO CHORAR!! 🥹💔 Ele é o coração da ARGENTINA, o sangue que corre nas veias de cada torcedor! A COLÔMBIA NUNCA TEVE CHANCE, NEM O MUNDO INTEIRO! ELES NÃO SABEM O QUE É SER ARGENTINO! DI MARÍA É MAIS QUE JOGADOR, É LENDA VIVA! 🇦🇷🔥🔥🔥
Diego Campos Aquino
O Fideo foi o único que não esqueceu de jogar futebol enquanto todo mundo tava falando de ‘legado’ e ‘despedidas’. Ele só saiu, deu um drible, fez o gol e foi embora. Brabo. 😎
Michel Soares Pintor
Essa foi a atuação de um guerreiro de elite. Nenhum outro jogador tem a mentalidade de combate que ele tem. O futebol moderno tá cheio de marionetes, mas ele é o verdadeiro soldado. Escaloni acertou em elogiar o ícone da guerra táctica.
Felipe Monteiro
E se o gol não tivesse sido marcado? E se ele tivesse sido substituído no 2º tempo? E se todo esse discurso de ‘despedida perfeita’ for só propaganda da CONMEBOL pra esconder que a Argentina tá no fim? E se ele tiver sido forçado a se aposentar? Ninguém fala disso...
Ufriza silva
Ele merece todo o respeito. Jogou com o coração e deixou tudo no campo. Agora é hora de dar espaço pros novos. Mas ele vai ser lembrado por muito tempo. ❤️
Victor Campos
Foi bonito mesmo. Não preciso dizer mais nada.
Thomás Elmôr
E o Scaloni vai ficar até 2026? Então tá. Mas se ele não deixar o Di María jogar 90 minutos na Copa, ele vai se arrepender. Não é só por saudade, é por estratégia pura.